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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Vacina desenvolvida por BioNTech e Pfizer para Covid-19 tem resultado positivo em humanos

Vacina para Covid-19
A empresa de biotecnologia BioNTech e a farmacêutica Pfizer comunicaram nesta quarta-feira (1º) que uma vacina desenvolvida por estas mostrou potencial e foi bem tolerada no estágio inicial de testes em humanos. A vacina é uma das 17 testadas em seres humanos durante uma corrida global para encontrar uma imunização contra o Novo cCoronavírus, que já infectou 10,5 milhões de pessoas e matou mais de meio milhão até agora. De acordo com informações do G1, esta é a quarta vacina contra a Covid-19 em estágio inicial com resultados promissores em testes em humanos, juntamente com os projetos da Moderna, da CanSino Biologics e da Inovio Pharmaceuticals. Há, ainda, a vacina da Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca, chegando à fase 3 de pesquisas e em testes no Brasil. A BioNTech afirmou que os testes de duas dosagens da vacina "BNT162b1" em 24 voluntários saudáveis mostraram que, após 28 dias, os pacientes desenvolveram níveis mais altos de anticorpos para Covid-19 do que os normalmente observados em pessoas infectadas. A mais alta entre as duas doses – ambas administradas em duas injeções com diferença de três semanas – foi seguida por uma febre curta em três dos quatro participantes após a segunda aplicação. Uma terceira dosagem, testada em uma concentração mais alta em um grupo separado, não foi repetida devido à dor da injeção. Os resultados foram apresentados em um pré-print, publicação ainda não revisada por outros cientistas e por revistas científicas. (Vinny Publicidade com foto - reprodução/divulgação).

sábado, 27 de junho de 2020

Ministério da Saúde anuncia parceria para vacina contra Covid-19

Vacina contra Covid-19
O Ministério da Saúde anunciou neste sábado (27/06) uma parceria para o desenvolvimento e produção de vacina contra a Covid-19 pesquisada pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca. A pasta informou que o Governo Federal aceitou uma proposta feita pela embaixada britânica e pela farmacêutica. Assim, o Brasil vai cooperar no desenvolvimento tecnológico e terá acesso à imunização - somente, claro, se esta se mostrar eficiente. O acordo prevê a compra de lotes da vacina e da transferência de tecnologia. Caso a vacina tenha eficácia comprovada, serão 100 milhões de doses à disposição da população Brasileira. Na fase de pesquisa, 30 milhões de doses serão entregues em dois lotes - metade em dezembro desse ano e a outra metade em 15 de janeiro de 2021. No Brasil, a tecnologia será desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). (Vinny Publicidade com foto - reprodução/Ministério da Saúde).

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Sinovac anuncia 90% de sucesso em testes de vacina contra coronavírus

Testes de vacina contra coronavírus
O laboratório chinês Sinovac, um dos mais avançados na corrida por uma vacina contra o novo coronavírus, anunciou neste domingo dois novos promissores avanços. Segundo a agência Bloomberg, mais de 90% das pessoas que receberam doses da vacina produziram anticorpos contra a covid-19 num intervalo de 14 dias. E não foram observados efeitos colaterais que coloquem em risco o prosseguimento do testes da vacina batizada de Coronavac. O Sinovac é o mesmo laboratório que fechou parceria com o governo de São Paulo para uma fase de testes com 9.000 pessoas, conforme anunciou o governador João Doria na sexta-feira. O estado foi escolhido para uma terceira fase de testes, fundamental para a confirmação da eficácia da vacina, por ainda ter transmissão comunitária ativa do coronavírus. Segundo Doria, se tudo der certo a vacina, que pode vir a ser fabricada em parceria com o Instituto Butantã no Brasil, pode estar disponível no Sistema Único de Saúde em 2021. O anúncio deste domingo refere-se a estágios anteriores de testes, as fases 1 e 2, feitas na China. Um total de 743 pessoas saudáveis com idades entre 18 e 59 anos receberam ou doses da vacina ou doses placebo de comparação. Segundo a Sinovac, as descobertas mais recentes serão publicadas em artigos científicos. (Vinny Publicidade com foto - divulgação).

quinta-feira, 11 de junho de 2020

São Paulo vai produzir vacina contra o Novo Coronavírus

Vacina contra o Novo Coronavírus
O governador de São Paulo, João Doria, anunciou sexta-quinta (11/06) que São Paulo vai produzir uma vacina contra o novo coronavírus. Isso será possível por uma parceria que foi firmada ontem (10) entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac Biotech. A vacina é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos do vírus mortos ou com baixa atividade. Com a aplicação da dose, o sistema imunológico passaria a produzir anticorpos contra o agente causador da covid-19. “Hoje é um dia histórico para São Paulo e para o Brasil, assim como para a ciência mundial. O Instituto Butantan fechou acordo de tecnologia com a gigante farmacêutica Sinovac Biotech para a produção de vacina contra o coronavírus”, falou João Doria, governador de São Paulo. “Essa vacina do Instituto Butantan é das mais avançadas contra o coronavírus. E estudos indicam que ela estará disponível no primeiro semestre do próximo ano, ou seja, até junho do próximo ano. Com essa vacina poderemos imunizar milhões de brasileiros”, acrescentou. A vacina, chamada de CoronaVac, está em fase adiantada de testes. Ela já está na terceira etapa, chamada clínica, de testagem em humanos. “Um coronavírus é introduzido em uma célula do tipo Vero. Essa célula é cultivada em laboratório. O vírus se multiplica. No final, o vírus é inativado e incorporado na vacina, que será aplicado na população”, explicou Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan. O investimento do Instituto Butantan para os estudos nessa fase clínica é de R$ 85 milhões. Segundo Dimas, há no mundo hoje 136 vacinas contra o novo coronavírus em desenvolvimento, mas apenas dez delas atingiram a etapa de estudos clínicos. Três estão em fases ainda mais adiantadas de testes e a CoronaVac é uma delas. (Vinny Publicidade com foto - divulgação e informações da Agência Brasil).

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Vacina contra a Covid-19 será testada em 2 mil pessoas no Brasil

Vacina contra a Covid-19
Dois mil brasileiros participarão dos testes para vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford. A estratégia faz parte de um plano de desenvolvimento global, e o Brasil será o primeiro país fora do Reino Unido a começar a testar a eficácia da imunização contra o Sars CoV-2. O procedimento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com o apoio do Ministério da Saúde. Em São Paulo, os testes serão feitos em mil voluntários e conduzidos pelo Centro de Referência para Imunológicos Especiais (Crie) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A Fundação Lemann está financiando a estrutura médica e os equipamentos da operação. Os voluntários serão pessoas na linha de frente do combate ao coronavírus, com uma chance maior de exposição ao Sars CoV-2. Eles também não podem ter sido infectados em outra ocasião. Os resultados serão importantes para conhecer a segurança da vacina. (Vinny Publicidade com foto - Ilustrativa).

Covid-19: Brasil ingressa em consórcio global para produzir vacina

Produzir vacina
O governo federal anunciou, na terça-feira (02/06), a participação do Brasil no projeto Acelerador de Vacina (ACT Accelerator), iniciativa internacional para produção de vacina, medicamentos e diagnósticos contra o novo coronavírus. O projeto conta com a adesão de mais de 44 países, empresas e entidades internacionais, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS). "Decidimos que o Brasil vai entrar no chamado acelerador de vacinas, que é um projeto aí de vários países e empresas privadas que estão buscando investir e trabalhar em conjunto para o desenvolvimento de uma vacina para o Covid-19", informou o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, após participar de uma reunião, no Palácio do Planalto, para encaminhar a adesão do Brasil. Também participaram da reunião, que foi coordenada pelo ministro da Casa Civil, Braga Netto; o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes; o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello e o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa. Marcos Pontes destacou a competência internacionalmente reconhecida do Brasil no desenvolvimento e produção de vacinas e a qualificação dos pesquisadores brasileiros. Segundo ele, a expectativa é de que o país, participando dessa iniciativa, possa ter acesso mais rápido à futura vacina contra o vírus. "O Brasil é um país que tem uma competência no desenvolvimento de vacinas, a capacidade de nosso pesquisadores e cientistas é reconhecida internacionalmente, assim como a capacidade produção de vacinas", explicou. O governo infirmou que a Bio-Manguinhos, unidade produtora de imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é uma das instituições com capacidade de produzir a vacina no futuro. Além de participar do acelerador de vacina, o ministro Ernesto Araújo informou que o país também estabelecerá cooperação bilateral com outros países que desenvolvem estudo na área. (Vinny Publicidade com foto - Dado Ruvic e informações são da Agência Brasil).

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Empresa testa em humanos vacina contra Covid-19 e tem resultados positivos

Vacina contra Covid-19
Conforme balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), com dados até a última sexta-feira (15), atualmente há 118 vacinas contra o coronavírus sendo desenvolvidas. Entre elas, 8 estão em fase clínica e 110 em fase pré-clínica. Dentre as em fase clínica está a da empresa americana de biotecnologia Moderna, a qual anunciou nesta segunda-feira (18) ter obtido resultados "positivos preliminares" na fase inicial de ensaios clínicos de sua vacina contra o novo coronavírus. Os testes foram feitos em um pequeno número de voluntários. De acordo com informações do G1, a empresa informou ainda que a vacina produziu resposta imune em oito pacientes que a receberam. "A fase provisória 1, embora em estágio inicial, demonstra que a vacinação com o mRNA-1273 produz uma resposta imune da mesma magnitude que a provocada por infecção natural", disse Tal Zaks, diretor médico da Moderna, em comunicado. Isso sugere que, embora não seja a prova final, a vacina desencadeia uma resposta imune. Para a empresa, a vacina "tem potencial para prevenir o Covid-19". O estudo clínico é realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, onde o governo investiu 500 milhões de dólares para essa potencial vacina. (Vinny Publicidade com foto - Reuters/Dado Ruvic/Direitos Reservados).

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