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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Avanço do coronavírus ameaça colheita de café no Brasil

Colheita de café no Brasil
A disseminação do Coronavírus no Brasil tem causado uma preocupação especial entre os produtores de café no país, cuja safra 2019/20 encontra-se nos momentos finais de desenvolvimento. Além da queda pontual na demanda devido ao fechamento de bares e restaurantes nas últimas semanas, o setor teme que a expansão da doença afete a colheita, que ocorre justamente nos meses para os quais é esperado o pico de contaminações: abril e maio. O banco divulgou relatório sobre os impactos do coronavírus no agronegócio brasileiro no qual destaca o risco de atraso na colheita deste ano caso a doença atinja regiões cafeicultoras com menor mecanização. Regiões de risco Entre as áreas com maior uso de mão de obra na colheita e, portanto, mais expostas a uma possível contaminação, o Rabobank destaca o sul de Minas Gerais, São Paulo, sul do Espírito Santo e outras regiões produtoras de grãos robusta. Medidas de segurança Diante desse cenário, os produtores têm adotado medidas para evitar possíveis casos, como a distribuição de cartilhas e a redução do número de trabalhadores nas lavouras. Em uma publicação com orientações para prevenir a doença, a Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG) aconselha a redução da circulação nas propriedades rurais e a higienização de implementos agrícolas, o que inclui tratores e colheitadeiras. Entre os efeitos sobre as atividades em campo, Barabach acredita que as medidas de contenção, como a redução no número de trabalhadores, gere um menor ritmo de colheita este ano. Isolamento natural Segunda maior cooperativa de café do país e com operação nas cinco regiões do Sul de Minas, a Minasul espera iniciar sua colheita na primeira quinzena de maio e já tem percebido um aumento na procura por trabalho nas lavouras. Magalhães ressalta que, apesar do estado de alerta entre os cooperados, a covid-19 ainda não representa um problema no campo. (Vinny Publicidade com informações do Globo Rural).

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Produtores de café de Ibicoara participam de evento internacional em BH

Produtores de café de Ibicoara
Entre os dias 20 e 22 de novembro, cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, compradores, fornecedores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores se encontrarão na Semana Internacional do Café. O evento é voltado para exposição de marcas e inovações para o setor e acontece na Expo Minas, em Belo Horizonte, maior produtor de café do Brasil. O seminário vai apresentar diversas ações voltadas para milhares de profissionais do mundo focadas nas áreas de mercado e consumo, conhecimento e inovação e negócios e empreendedorismo. O Sebrae Bahia, com o apoio e parceria do Governo do Estado através da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), promove uma missão com a participação de 25 produtores de cafés especiais de Ibicoara e outras cidades vizinhas da Chapada Diamantina - BA. Os participantes estarão lotados em um stand único, contemplando todas as marcas. Café baiano A Bahia, com a Região da Chapada Diamantina - uma região de grande potencial para o cultivo e a produção do café -, tem a oportunidade de mostrar suas marcas e potencialidade do estado em divulgar um terroir diferenciado capaz de trazer um produto de sabor marcante na carta de cafés brasileiros. Hoje, a Chapada Diamantina tem condições de atender os mercados nacional e internacional, tanto em qualidade, quanto no volume de produção de cafés especiais, a exemplo de Latitude 13, Serra do Sincorá, Café Gourmet Piatã, Café Rigno e duas cooperativas. EssEs empreendimentos possuem setor comercial, marca, embalagem, código de barras, além de certificação orgânica. (Vinny Publicidade com foto - divulgação/Sebrae).

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Empresa de produção de café em Vitória da Conquista é atingida por incêndio

Empresa é atingida por incêndio
Uma empresa de produção de café foi atingida por um incêndio na manhã desta quinta-feira (29), em Vitória da Conquista, no Sudoeste Baiano. Não houve feridos. Segundo o Corpo de Bombeiros, duas equipes foram até o local do incêndio e constaram que o fogo atingia uma área externa, próxima a um galpão. Ainda de acordo com os bombeiros, no local havia muta madeira, e parte do material foi atingido pelas chamas. De acordo com o G1, a parede e parte da cobertura de uma estrutura também foram atingidas, mas sem maiores consequências. O combate ao fogo e o trabalho de rescaldo foram concluídos por volta das 7h40. A causa do incêndio ainda não foi informada. (Vinny Publicidade com foto - divulgação/Corpo de Bombeiros).

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Unidos à beleza natural, café, vinho e culinária impulsionam turismo na Chapada Diamantina

Chapada Diamantina
Unidos às belezas que a natureza oferece, a produção de café e vinho e a culinária típica da Chapada Diamantina, no centro da Bahia, têm sido fortes estimulantes para o turismo na região. Formado por 24 municípios, o território é um dos mais procurados por aqueles que desejam um tempo longe das cidades grandes. No último sábado (8), a TV Bahia exibiu a sétima reportagem do projeto "Avança", que trata sobre o desenvolvimento econômico do estado, e mostra segmentos que são destaque, setores com alta produtividade, exemplos de negócios e utilização de tecnologia. A capital turística da Chapada Diamantina é a cidade de Lençóis, que está localizada a cerca de 400 km de Salvador, capital do estado. No município, fica o único aeroporto da região: Aeroporto Coronel Horácio de Matos. Atualmente, o terminal aéreo tem cinco voos que partem e chegam na cidade a cada semana. Mas é pela estrada que a maioria dos turistas chega. Por ano, o município recebe 120 mil visitantes, dez vezes a população local: 12 mil moradores. "É uma cidade muito agradável, com uma bela natureza", diz um turista holandês. Além do sossego da natureza, os turistas buscam aventura nas trilhas, vales, rios e cachoeiras da região. Há também barzinhos, restaurantes e um clima gostoso que convida o turista a relaxar, nas noites badaladas da cidade. Lençóis oferece 4 mil leitos em casas de aluguel, campings, hotéis e pousadas bem charmosas. Em um desses estabelecimentos, trabalha a instrutora de yoga Maira Kegler Vega. A gaúcha chegou na região a passeio, mas se apaixonou pelas belezas naturais e acabou ficando. Mucugê A 150 km da cidade, fica a vizinha Mucugê. O município é o mais agrícola da Chapada Diamantina, responsável por 66% da produção, além de ser outro destino obrigatório na região. Uma das atrações turísticas é o Cemitério de Santa Isabel, conhecido como Cemitério Bizantino. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o espaço é um dos poucos do país com esse tipo de arquitetura e com curiosos mausoléus construídos há quase 200 anos pelos barões do garimpo que viveram na região. Mas além da história e das belas paisagens, o vinho também movimenta a economia na cidade. Uma das pessoas que investe nesse seguimento é o produtor rural Fabiano Borré. Ele plantou uvas que já estão dando vinho de qualidade. Quando a vinícola estiver a todo vapor, em cerca de 4 anos, vai produzir 300 mil garrafas de vinhos finos. A expectativa do produtor é empregar 150 pessoas no complexo, que incluirá também um hotel, afirma Borré. Atualmente, além do vinho, a fazenda dele também produz cafés especiais, com controle de todo o processo, desde o plantio à torrefação dos grãos. Mas o produtor não é o único na região. Piatã A 70 km de mucugê, é também o café que atrai turistas e movimenta a economia da simpática cidade de Piatã. O bom solo, a altitude e, principalmente, o cuidado dos produtores fizeram o café do município ser descoberto pelo planeta. (Vinny Publicidade com fonte G1 Bahia).
Assista a reportagem:

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Café especial da Chapada Diamantina ganha público em São Paulo

Café especial da Chapada
O café cultivado por agricultores familiares da Cooperativa de Cafés Especiais e Agropecuária de Piatã (Coopiatã), na Chapada Diamantina, está em exposição na Naturaltech 2019, em São Paulo. A Coopiatã é uma das 17 cooperativas da agricultura familiar da Bahia que participam da feira com o apoio do Governo do Estado, por meio do projeto Bahia Produtiva. Piatã é o principal município produtor de cafés de alta qualidade do Norte e Nordeste, tendo lavouras com altitudes de 1.260 até 1.400 metros. O café da Coopiatã figura entre os dez melhores colocados no Concurso Cup of Excellence da BSCA – Brazilian Speciality Coffee Association, principal concurso de qualidade de café no mundo. De acordo com o representante da Coopiatã, Rodolfo Moreno, as altitudes da Chapada Diamantina, aliadas ao jeito de produzir café dos cooperados, permitem obter excelentes resultados na produção de cafés especiais. “A Coopiatã tem, na sua essência, a colaboração para o crescimento e fomento do cooperativismo como forma de agregar e desenvolver uma cafeicultura mais sustentável e responsável, baseada no comércio justo e em práticas que respeitem o meio ambiente e o trabalhador rural”, afirmou. O administrador paulista Carlos Makimoto visitou a feira para buscar cafés diferenciados e encontrou o café da Coopiatã. "Descobri que a Bahia tem alta altitude e também a baixa temperatura, o que propicia uma qualidade diferenciada. Esse é um café que tem a acidez que procuro em um café encorpado. É bem diferenciado do que eu estou habituado a tomar. Muito bom", disse. A Naturaltech, que é a maior feira de alimentação saudável, suplementos, produtos naturais e saúde e principal ponto de encontro do universo sustentável no país, segue até sábado (8), no Pavilhão Anhembi. O Bahia Produtiva é executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio de acordo de empréstimo com o Banco Mundial. (Vinny Publicidade com foto - Ascom/SDR).

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Crise no setor do café pode piorar os dados de desemprego no Brasil

Crise no setor do café
Após um ano de safra recorde, a produção de café no Brasil sofre uma grave crise. Por causa disso, empresários apontam que o setor pode enfrentar muitas baixas, incluindo demissões. No ano passado, o mundo produziu 160 milhões de sacas, sendo que o mercado consome cerca de 159 milhões anualmente. Foi a maior safra da história. O Brasil também registrou produção recorde, com 62 milhões de sacas. Com a oferta maior que a demanda, o preço do café brasileiro caiu de mais de R$ 400 para algo em torno de R$ 350 este ano. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a cafeicultura emprega hoje cerca de 4 milhões e meio de brasileiros. Alguns empresários já preveem que, se nenhuma medida for tomada, 10 por cento de seus funcionários fixos devem ser demitidos após a colheita, em agosto. É o que aponta o produtor, Sergio Assis, que é também presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado Mineiro. ‘Após a colheita, no tempo normal – que são os funcionários fixos – é certeza que haverá uma redução. No mínimo 10%’, afirma. ‘Isso no meu caso. No caso do cerrado eu acredito que pode ser maior’. O presidente da comissão do café da CNA, Breno Mesquita, viaja pelo interior de Minas Gerais debatendo soluções com os produtores há cerca de 20 dias. Ele explica que a cafeicultura está ficando inviável. ‘O que a gente percebe é uma desesperança muito grande’, relata. ‘Para você ter uma ideia, nós temos regiões de Minas Gerais onde o custo de produção ultrapassa R$ 500. Essa mesma região está vendendo café a R$ 350’. Mais da metade da produção brasileira de café vem de Minas. O estado é responsável por um quinto do café no mundo. Diante da crise no setor, o governo mineiro enviou um ofício ao Ministério da Agricultura solicitando medidas urgentes para evitar impactos na economia. Por exemplo, a extensão dos prazos para pagamentos de financiamento nos bancos públicos, e a publicação de um edital para que os empresários possam vender as sacas para a União. Dessa forma, o governo pode utilizar um preço tabelado, e estocar o café para diminuir a oferta, fazendo o preço subir. Ambas as medidas já foram tomadas em outros momentos de crise nos últimos 18 anos. Dos 463 municípios de Minas Gerais que produzem café, grande parte depende exclusivamente do grão para fazer a economia girar. É o caso da cidade de Cabo Verde, no sul do Estado. Preocupado, o prefeito Edson José Ferreira conta que a população toda já está sofrendo. ‘O que está acontecendo muito aqui é que a inadimplência está muito grande porque não tem dinheiro’, alega. ‘O problema é que não tem serviço. Não tem outra atividade aqui que dá mais emprego que o café; 80% é para o café. E outra, o ICMS vem em cima do preço do café. A matemática é uma só. Vem menos dinheiro para a prefeitura’. Questionado pela CBN sobre a crise no setor do café, o Ministério da Agricultura informou que ainda não tem medidas concretas definidas, mas que está negociando uma forma de atender as demandas. (Vinny Publicidade com fonte - CBN (Por Laura Marques).

terça-feira, 16 de abril de 2019

Café produzido em Ibicoara, conquista prêmios no 15º Concurso Nacional ABIC

Café produzido em Ibicoara
A manhã da última segunda-feira, 15 de abril de 2019, foi de premiações em evento organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). Foram apresentadas as empresas que arrecadaram em leilão os cafés do 15º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café.
Café produzido em Ibicoara
O leilão teve um total de lances de R$ 39.419,00 em 33 sacas negociadas. O café da Bahia foi o grande campeão do concurso, com uma nota de 8,63, de acordo com a metodologia criada pela ABIC, em 2002. Joel Marques de Oliveira, da Fazenda Brejos do Aguiar, de Ibicoara, região da Chapada Diamantina - BA, esteve presente no evento e emocionado agradeceu a todos que o ajudaram nesta etapa e aos professores do SEBRAE que o auxiliaram ao longo do processo. Seu café é um catuaí e os jurados encontraram notas de frutas vermelhas, cereal e floral. “Tenho um carinho enorme por esse evento, também sou produtor e acho de extrema importância a aproximação da indústria e do produtor. Juntos podemos traçar o melhor do negócio e criar uma interação com toda a cadeia. O preço do café não está bom para negócios, temos um elo da cadeia sofrendo e, claro, afeta os outros”, afirmou Ricardo de Sousa Silveira, Presidente da ABIC.
15º Concurso Nacional ABIC
O leilão aconteceu entre os dias 15 e 25 de fevereiro e teve o lance mínimo equivalente a 70% acima da cotação BMF/Bovespa do dia 14 de fevereiro. Participaram torrefadoras, cafeterias e apreciadores do grão. O e-commerce Café Store foi uma das empresas que adquiriu um microlote no leilão. Os grãos são do produtor Horácio Antônio de Moura, Três Barras, de Simonésia (MG), que em breve estará disponível no site – https://www.cafestore.com.br/. Café Sabor das Matas, Café com História, Hachimitsu, Grão Café, Mazzi Café e Santo Grão também participaram. Em alguns dias os cafés campeões serão comercializados! O leilão consagrou algumas empresas campeãs com os maiores lances. Ocorreu um empate no leilão da categoria Campeão Especial, em que o maior lance dado por uma saca foi de duas empresas: Excelsior e 3corações, que pagaram R$ 4 mil pela saca do produtor Joel. Na categoria Ouro, o campeão foi o Café Excelsior, que pagou um valor de R$ 2.500 por saca do café da produtora Lúcia Maria da Silva Dias, de São Sebastião da Grama (SP), que teve nota final no concurso de 8,55. O Dengo Café venceu na categoria Diamante, com o maior investimento de R$ 17.700. Confira os cafés vencedores: 1° Joel Marques de Oliveira – Fazenda Brejos do Aguiar – Ibicoara (BA) – Microlote – 8,63 pontos, 2° Josias Gomes – Comunidade Fátima – Espera Feliz (MG) – Natural – 8,62 pontos, 3° Lucia Maria da Silva Dias – Fazenda Santa Alina – São Sebastião da Grama (SP) – Cereja Descascado – 8,55 pontos, 4° Samuel Costa Brito – Fazenda Shekinar – Barra do Choça (BA) – Cereja Descascado – 8,52 pontos, 5° Márcio Rosa Favora – Sítio Santa Amalha – Ivaiprã (PR) – Microlote – 8,51 pontos, 6° Horácio Antônio de Moura – Três Barras – Simonésia (MG) – Microlote – 8,50 pontos, 7° Analia Luz de Alcântara – Sítio Boa Vista – Ibicoara (BA) – Natural – 8,44 pontos, 8° Walace Ferreira Pedrosa – Fazenda Boa Vista – São Francisco da Glória (MG) – Cereja Descascado – 8,39 pontos, 9° José Eduardo Correa Ferraz – Chácara Campina Verde – Ribeirão Claro (PR) – Natural – 8,22 pontos. (Vinny Publicidade com fotos - divulgação e fonte - Revista Espresso (Por Natália Camoleze) via ABIC).

Chapada: Café produzido em Piatã, conquista Selo da Agricultura Familiar

Café produzido em Piatã
Desde 2009, os grãos especiais extraídos da Fazenda Divino Espírito Santo, em Piatã (região da Chapada Diamantina, na Bahia), vão para as mesas dos clientes das mais variadas formas. Agora o “Café Gourmet Piatã”, como é chamado, conquista o Selo da Agricultura Familiar ganhando ainda mais força no cenário nacional. Michael Alcântara é o produtor agrícola e cafeicultor responsável por todo o processo de produção artesanal que vai da muda à mesa, junto com sua esposa e três filhas. A história começou há cerca de 25 anos e, hoje, além dos diversos prêmios conquistados nos concursos da Associação Brasileira da Industria de Café (ABIC), que reúne os melhores cafés do Brasil, acaba de dar mais um passo importante: a conquista do Selo da Agricultura Familiar. “Quando chegamos aqui eu era um dos poucos produtores. Hoje temos um leque de produtos na região que representam o sustento de milhares de famílias e o fortalecimento da economia local. Através do selo, os agricultores familiares são legitimados e conquistam maior visibilidade”, destaca Alcântara. O Seven Café O Café Gourmet Piatã é comercializado nas unidades do Seven Café há 10 anos e um dos sócios do estabelecimento, Márcio Cardoso, comemora a conquista e explica como o café está inserido no cardápio da marca. “Desenvolvemos um blend (mix de grãos de diferentes torras, espécies ou sabores) específico para o Seven. É uma mistura de sabores aprovados por quem experimenta e que agrada muito o nosso público por ser um café de qualidade superior. No nosso cardápio tem do expresso ao coado, além dos cappuccinos, cafés alcoólicos e os que são à base de leite, como o mocha e o macchiato. O destaque fica para os cafés gelados que levam sorvete e café expresso na receita.”, explica Cardoso. (Vinny Publicidade com foto - reprodução - Criativa Online).

domingo, 14 de abril de 2019

Dia Mundial do Café homenageia bebida mais popular para o brasileiro

Dia Mundial do Café
O Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo. Na primeira refeição do dia, durante o horário de trabalho ou até com eventos especiais nos fins de semana, o produto faz parte da rotina e da história de milhares de brasileiros. O Dia Mundial do Café é comemorado neste domingo (14). “Pessoas nem conseguem entender porque elas tomam café, mas elas tomam todos os dias.”, diz Victor Ávila,. barista e dono de uma cafeteria em Brasília. “Além de apreciar o gosto, tenho memórias afetivas com café, lembrando dos lanches na casa das minhas avós; de acordar com o cheirinho do café passado por minha mãe”, conta a médica Camila Damasceno. Ela toma o tradicional cafezinho todos os dias, “pelo menos quatro vezes”. A servidora do Banco do Pará, Salete Gomes, tem o mesmo hábito, consumindo a bebida diariamente. No fim de semana, ela tenta tomar apenas após o almoço, mas durante a semana conta que não consegue ficar sem. “Normalmente quando não tomo café pela manhã, mesmo que faça o desjejum, sinto dor de cabeça.”

Consumo Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o consumo médio anual por pessoa é de seis kg de café cru e 4,8 kg de café torrado e moído. De acordo com dados mais atualizados da Abic, a produção nacional chegou a 21 milhões de sacas em 2018 (considerado o período entre novembro de 2017 e outubro de 2018). A soma representou aumento de 5% em relação aos doze meses anteriores (novembro de 2016 a outubro de 2017), período no qual foi registrada a produção de 20 milhões de sacas. A associação ressalta que o desempenho foi importante, considerando que houve uma baixa entre 2016 e 2017 da oferta do grão em razão de uma seca que atingiu a plantação do produto.
No consumo per capita, a variação entre os dois períodos foi de 4,65 kg para 4,82 kg de café torrado e moído. A análise da evolução é complexa, já que a entidade alterou a metodologia (deixando de considerar as sacas de empresas não cadastradas). Mas na série histórica, o Brasil teve uma boa evolução nos anos 2000, saindo de 13 milhões para 20 milhões de sacas em 2011. Depois disso, o país vem mantendo esse patamar. Quanto ao tipo, o consumo ainda é dominado pelo café em pó, responsável por 81% do produto consumido no país, segundo dados de 2017. Em seguida, vem o grão torrado, com 18%. As cápsulas, cada vez mais disponíveis em supermercados, representavam somente 1% do total no ano do levantamento.
A Abic avalia que há uma demanda maior por cafés de qualidade. Segundo estatísticas da associação, na análise dentro do que a entidade chama de “categoria de qualidade”, a modalidade “gourmet” teve participação de 6% em 2016. Mas a projeção da associação é que seu peso no mercado chegue a 12% neste ano.

Novas variedades Barista e sócio de uma cafeteria em Brasília, Vitor Ávila também identifica este movimento por um maior interesse em cafés diferentes e especiais. “Pessoas estão começando a entender que café pode ser uma bebida mais complexa do que vinho, cerveja. Por isso, há tantas cafeterias e torrefações abrindo.”, destaca.
Segundo ele, há um trabalho com pequenos produtores, mas também os grandes estão saindo do que chamou de “café de commodity”. O país estaria rumando a um “viés de qualidade”. Com isso, continua Ávila, o Brasil estaria se aproximando de nações com maior tradição em cafés especiais, como na América Central e na África. “A gente é o maior produtor de café, mas não somos o produtor de café especial do mundo. O Brasil está se encaminhando para ser um dos maiores do mundo.”, acredita.
Mas há quem prefira ficar no básico. “Gosto do tradicional, o pó embalado a vácuo, sentir aquele cheiro irresistível quando está sendo coado, no filtro de papel ou no velho coador de pano.”, comenta a bancária Salete Gomes. “Tenho uma máquina Nespresso, às vezes é meu “momento Gourmet “, mas nada substitui o bom café coado.”, diz a professora de francês Rebeca Porto.

Impactos na saúde A nutricionista Valéria Paschoal, da VP Centro de Nutrição Funcional, explica que os efeitos do café na saúde são diferentes em cada pessoa. “Há pessoas que tomam o café e pequenas quantidades têm impacto na saúde, como maior hiperatividade, dificuldade de ter relaxamento, mas é coisa individual”, comenta.
Segundo ela, em termos gerais, estudos mostram que até 360 miligramas (o equivalente a seis xícaras de cafezinho) não tem consequência nenhuma na saúde. “Há estudos mostrando que, para crianças tomar café pela manhã, pode ter benefícios na atividade cognitiva. Outras pesquisas demonstram que o cafestol, o fitoquímico presente no café, tem atividade antioxidante na prevenção de várias doenças, afirma. Para avaliar se o consumo acima desses parâmetros terá impactos negativos na saúde, acrescenta a nutricionista, é preciso averiguar diferentes elementos e características, como o quadro gástrico do indivíduo. O mesmo vale para os efeitos de agitação sobre o sono para quem toma a bebida à tarde ou à noite. De acordo com o metabolismo, as pessoas podem ou não sentir reações. Uma quantidade acima pode prejudicar a absorção do cálcio, facilitando a ocorrência do osteoporose. Ela sugere o consumo do café orgânico, e no preparo coado. “Este é o mais saudável”, recomenda a nutricionista. (Vinny Publicidade com foto- divulgação e informações do Agência Brasil).

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Chapada: Café do município de Ibicoara é o campeão do 15° Concurso Nacional ABIC

Café campeão do 15° ABIC
O cafeicultor baiano Joel Marques de Oliveira teve o seu microlote de café (até duas sacas), produzido na Fazenda Brejos dos Aguiar, em Ibicoara, região da Chapada Diamantina - BA, como campeão do 15° Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, com nota final de 8,63 pontos (em uma escala de 0 a 10). O segundo colocado foi o produtor Josias Gomes, do município de Espera Feliz (MG), com a nota final de 8,62 pontos na categoria natural. Em terceiro lugar, com nota final de 8,55 pontos na categoria cereja descascada, ficou a produtora Lúcia Maria da Silva Dias, de São Sebastião da Grama (SP).
A etapa do júri técnico do concurso foi realizada na última terça-feira (12/2), no laboratório do Sindicato das Indústrias de Café do Estado de São Paulo (Sindicafé-SP). Os lotes finalistas foram avaliados quanto à qualidade global conforme metodologia do Programa de Qualidade do Café (PQC). A pontuação do júri técnico, que vai de zero a dez para cada aspecto, corresponde a 90% da nota, que é complementada por uma avaliação das práticas sustentáveis na fazenda (equivalente a 10% da nota). De 15 a 25 de fevereiro, acontece o leilão de todos os lotes deste concurso. O pregão terá lance mínimo equivalente a 70% acima da cotação BMF/Bovespa desta quinta-feira (14/2). Podem participar torrefadoras, cafeterias e demais pessoas jurídicas interessadas. Para participar, a empresa deve preencher a Ficha de Lance Comprador que estará disponível no site www.abic.com.br. Os lances poderão ser dados pela ficha ou por e-mail, para cristiane@abic.com.br.
No dia 27 de fevereiro serão divulgadas as empresas campeãs do leilão, que são aquelas que deram os maiores lances. (Vinny Publicidade com foto - Fabiano Accorsi/Ed. Globo - Revista Globo Rural).

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Ibicoara: 1º Festa do Café em Cascavel

1º Festa do Café em Cascavel, foi realizada neste sábado (06), no distrito de Cascavel-Ibicoara/BA. Moradores e visitantes curtiram no ritmo do dance, forró e pagode, ao som do DJ Dhenes Luz, Banda Chamego da Chapada e da banda estourada em todo o Brasil Kiaudacia. Organização: Cristal da Chapada / Apoio: Produtora G Sound, Bar do Bigode e Aredes Motos / Fotos: Vinícius Silva/Vinny Publicidade.


1º Festa do Café em Cascavel




1º Festa do Café em Cascavel










1º Festa do Café em Cascavel







1º Festa do Café em Cascavel




1º Festa do Café em Cascavel






1º Festa do Café em Cascavel










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