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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Unidos à beleza natural, café, vinho e culinária impulsionam turismo na Chapada Diamantina

Chapada Diamantina
Unidos às belezas que a natureza oferece, a produção de café e vinho e a culinária típica da Chapada Diamantina, no centro da Bahia, têm sido fortes estimulantes para o turismo na região. Formado por 24 municípios, o território é um dos mais procurados por aqueles que desejam um tempo longe das cidades grandes. No último sábado (8), a TV Bahia exibiu a sétima reportagem do projeto "Avança", que trata sobre o desenvolvimento econômico do estado, e mostra segmentos que são destaque, setores com alta produtividade, exemplos de negócios e utilização de tecnologia. A capital turística da Chapada Diamantina é a cidade de Lençóis, que está localizada a cerca de 400 km de Salvador, capital do estado. No município, fica o único aeroporto da região: Aeroporto Coronel Horácio de Matos. Atualmente, o terminal aéreo tem cinco voos que partem e chegam na cidade a cada semana. Mas é pela estrada que a maioria dos turistas chega. Por ano, o município recebe 120 mil visitantes, dez vezes a população local: 12 mil moradores. "É uma cidade muito agradável, com uma bela natureza", diz um turista holandês. Além do sossego da natureza, os turistas buscam aventura nas trilhas, vales, rios e cachoeiras da região. Há também barzinhos, restaurantes e um clima gostoso que convida o turista a relaxar, nas noites badaladas da cidade. Lençóis oferece 4 mil leitos em casas de aluguel, campings, hotéis e pousadas bem charmosas. Em um desses estabelecimentos, trabalha a instrutora de yoga Maira Kegler Vega. A gaúcha chegou na região a passeio, mas se apaixonou pelas belezas naturais e acabou ficando. Mucugê A 150 km da cidade, fica a vizinha Mucugê. O município é o mais agrícola da Chapada Diamantina, responsável por 66% da produção, além de ser outro destino obrigatório na região. Uma das atrações turísticas é o Cemitério de Santa Isabel, conhecido como Cemitério Bizantino. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o espaço é um dos poucos do país com esse tipo de arquitetura e com curiosos mausoléus construídos há quase 200 anos pelos barões do garimpo que viveram na região. Mas além da história e das belas paisagens, o vinho também movimenta a economia na cidade. Uma das pessoas que investe nesse seguimento é o produtor rural Fabiano Borré. Ele plantou uvas que já estão dando vinho de qualidade. Quando a vinícola estiver a todo vapor, em cerca de 4 anos, vai produzir 300 mil garrafas de vinhos finos. A expectativa do produtor é empregar 150 pessoas no complexo, que incluirá também um hotel, afirma Borré. Atualmente, além do vinho, a fazenda dele também produz cafés especiais, com controle de todo o processo, desde o plantio à torrefação dos grãos. Mas o produtor não é o único na região. Piatã A 70 km de mucugê, é também o café que atrai turistas e movimenta a economia da simpática cidade de Piatã. O bom solo, a altitude e, principalmente, o cuidado dos produtores fizeram o café do município ser descoberto pelo planeta. (Vinny Publicidade com fonte G1 Bahia).
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