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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Detran exonera coordenador e supervisor de inspeção que fraudavam documentos e vendiam carros apreendidos

Detran exonera coordenador
O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran) exonerou o coordenador da 8ª Circunscrição Regional de Trânsito de Juazeiro (Ciretran), Ítalo José dos Santos Souza, e o supervisor de inspeção da unidade, Jair dos Santos Santana. Os funcionários foram presos, suspeitos de envolvimento em um esquema de fraude de documentos e vendas de veículos apreendidos pelo órgão, no norte da Bahia.
A fiscalização na atuação dos servidores em 37 Ciretrans espalhadas pelo interior foi reforçada, segundo o Detran.
Conforme informações do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Ítalo Souza e Jair Santana, que estão presos desde 11 de outubro, foram denunciados por formação de organização criminosa e corrupção passiva. Além dos dois funcionários exonerados, MP denunciou outras sete pessoas pelo envolvimento no crime.
De acordo com o Ministério Público, os despachantes Jaisson e Souza e Juracy Macena dos Santos, o funcionário público Gedeon Gonçalves dos Santos e o motorista Mardônio Alves de Sousa também foram denunciados e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça, mas se encontram foragidos e são procurados.
O MP informou que, além dos suspeitos de participarem da quadrilha, o marceneiro Marcondes Alves de Sousa, o chaveiro Reginaldo Dantas do Nascimento e o comerciante Valdeilton Nunes Almeida foram denunciados por crime de receptação, porque adquiriram os veículos com conhecimento de que a compra era ilegal.
O Ministério Público informou que Ítalo Souza era o responsável por comandar a quadrilha que contava com a atuação de despachantes que furtavam automóveis do interior do Ciretran e emitiam documentos públicos falsificados, cobrando valores em troca dos veículos.
Conforme apontam as investigações, que começaram em 2017, 19 motocicletas que estavam apreendidas no pátio do Ciretran de Juazeiro foram furtadas em troca de pagamento no valor entre R$ 300 e R$ 400. Um veículo também foi negociado pelo grupo pelo valor de R$ 2 mil. 
Em seguida, a polícia descobriu que três veículos, duas motos e um carro, que tinham sumido, estavam rodando pela cidade com documentos que tinham sido fraudados dentro do Ciretran. (Foto: Divulgação/Polícia Civil e informações do Portal G1)

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